quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Conversa entre gêmeos

Recebi um e-mail de um amigo com o texto abaixo. Trata-se de uma conversa entre gêmeos no ventre da mãe pouco antes do parto. Achei fantástico, pois é o mesmo tipo de conversa que temos sobre vida após a morte.

Cada um que tire suas próprias conclusões. Pena que é de autor desconhecido, pois adoraria parabenizá-lo pelo texto.


No ventre de uma mulher grávida dois gêmeos dialogam:

- Você acredita em vida após o parto?

- Claro! Há de haver algo após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.

- Bobagem, não há vida após o nascimento. Afinal como seria essa vida?

- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a nossa boca.

- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Além disso, andar não faz sentido pois o cordão umbilical é muito curto.

- Sinto que há algo mais. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.

- Mas ninguém nunca voltou de lá. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.

- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.

- Mamãe? Você acredita em mamãe? Se ela existe, onde ela está?

- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela não existiríamos.

- Eu não acredito! Nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que ela não existe.

- Bem, mas às vezes quando estamos em silêncio, posso ouvi-la cantando, ou senti-la afagando nosso mundo. Eu penso que após o parto, a vida real nos espera; e, no momento, estamos nos preparando para ela...

AUTOR DESCONHECIDO


Escrevendo de novo

Criei esse Blog para apenas escrever. Gosto de escrever. Mas aí achei que podia ficar meio ranzinza, pois a ideia era escrever sobre acontecimentos do dia-a-dia. Ranzinza porque morando no Rio, o ir e vir nos proporciona diversas aventuras e nem sempre elas são agradáveis. Se não são agradáveis é porque são desagradáveis e quem gostaria de ler coisas desagradáveis? Aí acabei não escrevendo mais.

Mas então, hoje no almoço com meu amigo Carlos Alberto Lemos Jr, este me diz que tem vontade de criar um Blog. Prometi lhe passar as dicas de como se criar um e ao retornar ao escritório, li o único comentário de um outro amigo, Henrique Morici, que mencionou, "escrever liberta". Então aqui estou, pensando em algo legal para escrever e tentar criar uma rotina para isso.

Certamente procurarei escrever sobre coisas boas extraídas do cotidiano. Será quase uma extração de ouro, mas vamos lá!!!! Sugestões dos amigos sempre serão bem vindas!!

Grande abraço

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Papel pra todo lado

Não é novidade para ninguém o atual enxame de papeizinhos que nos são oferecidos nas ruas junto daquele barulhinho dos papéis batendo uns aos outros. Virou marca registrada dos panfleteiros, como se aquilo é que realmente fosse chamar a sua atenção. Aqui no centro do Rio a coisa tomou proporções épicas. Não se dá mais de 5 passos sem que um deles se aproxime de você e lhe ofereça tal artefato. No meu tempo de moleque, já existiam os panfleteiros. E estes nos entregavam, em 100% dos casos, anúncios de ourives. E nos perguntávamos, "será que tanta gente negocia ouro assim?".

Pois bem, hoje, ao me dirigir ao trabalho, fui pegando todos os que apareciam (nunca pego). Foram 12 no total. E constatei que o percentual não alterou, mas o tema sim. Todos me entregaram panfletos com anúncios de "dinheiro fácil". E nesse caso acho que o resultado é bem melhor do que os panfletos do passado. Realmente o povo adora a palavra "fácil" sem saber em que furada está se metendo.

A coisa está tão evoluída que começou a chamar a atenção da Guarda Municipal, que já rechaça os camelôs e agora também os panfleteiros, que vêm ocupando espaço significativo nas ruas apertadas do centro. Entre a Rua Sete de Setembro e a Rua do Rosário a concentração é perturbadora.

É amigos, o povo tem de se virar e a gente é que paga o pato!!

Vai um papelzinho aí, “dotô”??

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

A vida é melhor aqui!!!

Quem já não ouviu a célebre frase? Quem anda de metrô a escuta pelo menos umas 10 vezes por viagem. A dúvida cruel é se quem a criou, efetivamente usa os serviços do METRÔ??
O trem parte da Saens peña e até então é tolerável. Mas chega a Estácio e já se escuta, "Ihhh, huumm, meu Deus quanta gente!!!". E tome de entrar gente onde teoricamente não cabe mais ninguém. Vai assim até a Central do Brasil e lá a choradeira aumenta... As mochilas nas costas imperam e nem com uma mensagem (mal elaborada por sinal) pedindo que não carreguem as mochilas nas costas, atenua o sofrimento de quem não as utiliza. O aperto é constante.

O alívio só vem na Carioca. Ufa, chegamos! Mas aí vem o Centro da cidade e milhares de pessoas desesperadas indo e vindo e bla bla bla... (esse papo fica para depois)

Voltando ao Metrô. O problema citado acima é uma rotina diária e uma simples (porém cara) ação resolveria o problema. Ao invés de criar novas estações para levar o metrô ainda mais longe e o inchaço piorar, basta levar a linha 2 direto à estação Carioca. É lá que tudo acontece. É lá que 80% das pessoas desembarcam. Segundo informações, já existe a estrutura no subsolo para receber a linha 2 (hoje figura lá uma universidade).

Mesmo assim, o metrô é o melhor transporte que temos na cidade. Mas esse posto está ameaçadíssimo de ruir.

Metrô, a vida pode ser melhor aí, mas o desembarque é muuuuito melhor!!!