terça-feira, 2 de setembro de 2008

Papel pra todo lado

Não é novidade para ninguém o atual enxame de papeizinhos que nos são oferecidos nas ruas junto daquele barulhinho dos papéis batendo uns aos outros. Virou marca registrada dos panfleteiros, como se aquilo é que realmente fosse chamar a sua atenção. Aqui no centro do Rio a coisa tomou proporções épicas. Não se dá mais de 5 passos sem que um deles se aproxime de você e lhe ofereça tal artefato. No meu tempo de moleque, já existiam os panfleteiros. E estes nos entregavam, em 100% dos casos, anúncios de ourives. E nos perguntávamos, "será que tanta gente negocia ouro assim?".

Pois bem, hoje, ao me dirigir ao trabalho, fui pegando todos os que apareciam (nunca pego). Foram 12 no total. E constatei que o percentual não alterou, mas o tema sim. Todos me entregaram panfletos com anúncios de "dinheiro fácil". E nesse caso acho que o resultado é bem melhor do que os panfletos do passado. Realmente o povo adora a palavra "fácil" sem saber em que furada está se metendo.

A coisa está tão evoluída que começou a chamar a atenção da Guarda Municipal, que já rechaça os camelôs e agora também os panfleteiros, que vêm ocupando espaço significativo nas ruas apertadas do centro. Entre a Rua Sete de Setembro e a Rua do Rosário a concentração é perturbadora.

É amigos, o povo tem de se virar e a gente é que paga o pato!!

Vai um papelzinho aí, “dotô”??

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

A vida é melhor aqui!!!

Quem já não ouviu a célebre frase? Quem anda de metrô a escuta pelo menos umas 10 vezes por viagem. A dúvida cruel é se quem a criou, efetivamente usa os serviços do METRÔ??
O trem parte da Saens peña e até então é tolerável. Mas chega a Estácio e já se escuta, "Ihhh, huumm, meu Deus quanta gente!!!". E tome de entrar gente onde teoricamente não cabe mais ninguém. Vai assim até a Central do Brasil e lá a choradeira aumenta... As mochilas nas costas imperam e nem com uma mensagem (mal elaborada por sinal) pedindo que não carreguem as mochilas nas costas, atenua o sofrimento de quem não as utiliza. O aperto é constante.

O alívio só vem na Carioca. Ufa, chegamos! Mas aí vem o Centro da cidade e milhares de pessoas desesperadas indo e vindo e bla bla bla... (esse papo fica para depois)

Voltando ao Metrô. O problema citado acima é uma rotina diária e uma simples (porém cara) ação resolveria o problema. Ao invés de criar novas estações para levar o metrô ainda mais longe e o inchaço piorar, basta levar a linha 2 direto à estação Carioca. É lá que tudo acontece. É lá que 80% das pessoas desembarcam. Segundo informações, já existe a estrutura no subsolo para receber a linha 2 (hoje figura lá uma universidade).

Mesmo assim, o metrô é o melhor transporte que temos na cidade. Mas esse posto está ameaçadíssimo de ruir.

Metrô, a vida pode ser melhor aí, mas o desembarque é muuuuito melhor!!!